Wednesday, July 15, 2009
* OS ARTISTAS VIVEM ATRAVÉS DOS SÉCULOS COM A INTENSIDADE DO MOMENTO CRIADOR , O EFÊMERO SE TORNA IMORTAL PELAS OBRAS DE ARTE *
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Sandra Waihrich Tatit
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Tuesday, July 14, 2009
* ISSO É MUITA SABEDORIA * Clarice Lispector
Isso é Muita SabedoriaClarice Lispector
Quando fazemos tudo para que nos amem
e não conseguimos,
resta-nos um último recurso:
não fazer mais nada.
Por isso, digo, quando não obtivermos o amor,
o afeto ou a ternura que havíamos solicitado,
melhor será desistirmos e procurar mais adiante
os sentimentos que nos negaram.
Não fazer esforços inúteis,
pois o amor nasce, ou não,
espontaneamente,
mas nunca por força de imposição.
Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;
outras vezes, nada damos
e o amor se rende aos nossos pés.
Os sentimentos são sempre uma surpresa.
Nunca foram uma caridade mendigada,
uma compaixão ou um favor concedido.
Quase sempre amamos a quem nos ama mal,
e desprezamos quem melhor nos quer.
Assim, repito,
quando tivermos feito tudo para conseguir um amor,
e falhado, resta-nos um só caminho...
o de mais nada fazer.
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Sandra Waihrich Tatit
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5:56 AM
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Monday, July 13, 2009
* DEUSA DO ETÉREO * do eminente poeta Ferdinando da Alemanha , belíssimo soneto ...
Vestiste-te no tempo do passado
Boémio fora o espaço caminhado
És razão que liberta a voz do tempo
Nunca esqueças, a nobreza da razão,
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Sandra Waihrich Tatit
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1:36 PM
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* OS SEGREDOS E A CURA DA ALMA FEMININA * nos últimos anos a mulher tem realizado conquistas essenciais , como encontrar o equilíbrio emocional ?
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Sandra Waihrich Tatit
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11:02 AM
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Sunday, July 12, 2009
* A SABEDORIA DOS CICLOS FEMININOS * a mulher é portadora de uma das funções mais sagradas , ela é a própria criação ...
“A Sabedoria dos Ciclos Femininos”A mulher é portadora de uma das funções mais sagradas que é ser a “Guardiã dos Ciclos”.
Nas culturas ancestrais, ela era reverenciada e associada ao próprio Princípio Divino Feminino, pois trazia em seu vaso sagrado (ventre) a possibilidade de criar vida de dentro do seu próprio corpo e nutrir essa vida com o alimento gerado dentro dele. Ela é a própria criação.
O período da Menstruação era o período que elas se retiravam para a Tenda Vermelha para realizarem seus rituais, para se regenerarem, para se conectarem com suas ancestrais e sua intuição.Utilizavam o poder de purificação das ervas e fertilizavam a terra e seus projetos com o poder do sangue menstrual. Vertiam seu sangue diretamente na terra , o sangue era o poder da vida e era responsável por gerar vida.
No Antigo Egito muitos faraós antes de serem enterrados eram pintados com o sangue menstrual para a garantia de seu renascimento.
Lua, Sangue e Mulher sempre estiveram associadas. Em várias línguas as palavras menstruação e Lua são as mesmas ou estão relacionadas. Notem que “mens” significa “Lua”.O momento da menstruação é o momento que a Mulher está com os “portais” abertos, pois quando o sangue verte, algo na mulher está morrendo para renascer.O endométrio se descola da parede do útero para iniciar o processo de regeneração. A partir desse ponto o útero se prepara para receber uma nova vida, que pode ser um filho, ou alguma produção criativa, como um projeto novo, um relacionamento, um trabalho, uma amizade, um caminho espiritual, entre outros.
A essência da mulher é ser portadora dos ciclos de vida - morte - vida, e quando ela não dá atenção para essa natureza sábia - que tem sua representação máxima no ciclo menstrual, acaba muitas vezes adoecendo do corpo e da alma.
Tpm, cólicas, dificuldade de engravidar, doenças no útero, ovários e seios, podem ter origem no fato da mulher ter se distanciado de sua natureza cíclica e sábia, onde sua capacidade de silenciar para ouvir a própria intuição e as mensagens de seu reino interior ficou para trás, com prejuízos drásticos para seu equilíbrio físico - psíquico - espiritual .
Uma das formas de reconexão com essa natureza é criar o hábito de analisar os ciclos, anotar a lua que geralmente chega a Menstruação (a Velha Sábia), e aprofundar na essência mutável de cada fase da Lua - (Lua Nova - o início dos ciclos, Lua Crescente - o amadurecimento , Lua Cheia - a colheita , Lua Minguante - a avaliação do que continua e do que escolho me desapegar para dar início a um novo ciclo) .
Outra maneira é participar de Círculos de Mulheres , onde através do olhar, dos gestos, da palavra e da dança de cada uma , é resgatado novamente o poder dos Mistérios Sagrados Femininos e onde são curadas as feridas da Alma da Mulher!
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Sandra Waihrich Tatit
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3:00 PM
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* VOCÊ PODE CURAR SUA VIDA * Louise L. Hay - a influência que as emoções exercem sobre nossa atitude e a somatização de emoções negativas ...
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Sandra Waihrich Tatit
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6:28 AM
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Saturday, July 11, 2009
* ABNEGAÇÃO * a evolução espiritual é um fenômeno bastante complexo , que se dá em sucessivas fases ...
A evolução espiritual é um fenômeno bastante complexo, que se dá em sucessivas fases. No começo, predomina a natureza corpórea. Dominada pelos instintos, a criatura dedica seu tempo e seu interesse a atividades comezinhas. Comer, vestir-se, abrigar-se, procriar e cuidar da prole, eis a que se resumem suas preocupações. Nesse período, o egoísmo é marcante. Os instintos de conservação da vida e da preservação da espécie têm absoluta preponderância. Com o tempo, o ser começa a desvincular-se de sua origem. A inteligência se desenvolve, o raciocínio se sofistica e o senso moral desabrocha. As invenções tornam possível gastar tempo com questões não diretamente ligadas à sobrevivência. Viver deixa de ser tão difícil, sob o prisma material. Em compensação, começam os dilemas morais. Com a razão desenvolvida, a responsabilidade surge forte nos caminhos espirituais. O que antes era admissível passa a ser um escândalo. A sensibilidade se apura e a criatura aspira por realizações intelectuais e afetivas. Essa nova sensibilidade também evidencia que o próximo é seu semelhante, com igual direito a ser feliz e realizado. Gradualmente se evidencia a igualdade básica entre todos os homens. Malgrado possuidores de talentos e valores diversos, não se distinguem no essencial. Uma chama divina os anima e a todos conduzirá aos maiores cimos da evolução. Contudo, o abandono dos hábitos toscos das primeiras vivências não é fácil. Séculos são gastos na árdua tarefa de domar vícios e paixões. As encarnações se sucedem enquanto o Espírito luta para ascender. O maior entrave para a libertação das experiências dolorosas é o egoísmo, que possui forte vínculo com o apego às coisas corpóreas. Quanto mais se aferra aos bens materiais, mais o homem demonstra pouco compreender sua natureza espiritual. O Espírito necessita libertar-se do apego a coisas transitórias. Apenas assim ele adquire condições de viver as experiências sublimes a que está destinado. Quem deseja sair do primitivismo deve combater o gosto pronunciado pelos gozos da matéria. O melhor meio para isso é praticar a abnegação. Trata-se de uma virtude que se caracteriza pelo desprendimento e pelo desinteresse. A ação abnegada importa na superação das tendências egoístas do agente. Age-se em benefício de uma causa, pessoa ou princípio, sem visar a qualquer vantagem ou interesse pessoal. Certamente não é uma virtude que se adquire a brincar. Apenas com disciplina e determinação é que ela se incorpora ao caráter. Mas como ninguém fará o trabalho alheio, é preciso principiar em algum momento. Comece, pois, a praticar a abnegação. Esforce-se em realizar uma série de atitudes com foco no próximo. Esqueça a sua personalidade e pense com interesse no bem alheio. Esse esforço inicial não tardará a dar frutos. O gosto pelo transitório lentamente o abandonará. Ele será substituído pelos prazeres espirituais. Você descobrirá a ventura de ser bondoso, de amparar os caídos e de ensinar os ignorantes. Esses gostos suaves e transcendentes o conduzirão a esferas de sublimes realizações. Pense nisso.
Redação do Momento Espírita.
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Sandra Waihrich Tatit
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Friday, July 10, 2009
* UMA NOVA VISÃO DO AMOR * Flávio Gikovate
"Os relacionamentos devem se basear muito mais em laços de amizade que de dependência." O psicoterapeuta Flávio Gikovate defendeu essa tese em sua primeira grande obra a respeito do amor, em 1990. Em toda sua produção seguinte ele trata do tema com base nos fundamentos que aparecem neste texto. No livro Uma nova visão do amor , ele tece relações entre amor, casamento, solidão e individualidade, passando pelo tão falado tema da paixão. E propõe uma nova maneira de enxergar a relação entre duas pessoas, apontando a vaidade como um dos principais obstáculos à felicidade e mostrando que o uso da razão é um dos caminhos para viver plenamente o amor.Partindo de considerações pessoais muito peculiares, sempre apoiadas em sua experiência clínica de mais de quarenta anos, Gikovate parte do princípio de que o amor, por ser considerado o mais nobre dos sentimentos, raramente é associado a elementos negativos, o que impede uma reflexão crítica sobre ele. Além disso, o quase obrigatório contraponto entre esse sentimento e a razão leva à depreciação da segunda. Por isso, Gikovate apresenta novas formas de relacionamento, baseadas na consciência de que somos seres plenos e não apenas metades em busca de complemento. "O amor dito 'romântico' é imaturo e regressivo e não condiz com uma relação de boa qualidade. O amor é um sentimento que temos pela pessoa cuja presença provoca em nós a sensação de paz e aconchego que perdemos ao nascer. A mãe é o nosso primeiro objeto de amor. Quando crescemos e nos tornamos independentes, queremos nos entreter com outras coisas, mas, vez por outra, nos sentimos inseguros e corremos atrás do aconchego físico materno. Portanto, o amor é o sentimento que se tem pela pessoa com a qual você supre a sensação de desamparo, de incompletude. Mas essa sensação de que falta alguma coisa não pode ser preenchida por outra pessoa. Temos de nos resolver interiormenteantes de nos unir a alguém", afirma o autor.Gikovate acredita que a maioria das pessoas gosta mais de sonhar com o amor do que viver uma relação correspondida para valer. Alguns amam sem ser amados. Outros são amados, mas não amam. Poucos amam e são amados da mesma forma. "Parece que boa parte das pessoas tem dentro de si um grande medo do amor, medo que predomina sobre o desejo. Assim, prevalece o medo de perder a individualidade e, principalmente, o medo da felicidade", diz. As relações afetivas, segundo o psicoterapeuta, estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor. "A maturidade emocional é uma conquista, você aprende a dar na mesma medida em que recebe. E isso incluiu trabalhar a individualidade. Quem se acostuma a viver vários relacionamentos que acabam não dando certo está insistindo nessa noção de amor antiquada, que não leva em conta que o mundo mudou. Portanto, o primeiro passo é aceitar esse processo de mudança e buscar uma relação compatível com os tempos modernos. Na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar." Para Gikovate, o amor do futuro é o que ele chama de +amor: a aproximação de duas pessoas inteiras e não de duas metades.O autorFlávio Gikovate é médico psiquiatra formado pela USP em 1966. Trabalha com psicoterapia breve, tendo atendido mais de oito mil pacientes. É conferencista e autor consagrado, com várias obras publicadas - inclusive no exterior -, que somam mais de 600 mil livros vendidos.
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Sandra Waihrich Tatit
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Thursday, July 09, 2009
* O FINAL DA JORNADA * poema de Sandra Waihrich Tatit
Penso agora como será meu amanhã ,tantas coisas , tantos fatos , tanta vida ...
certamente tudo vai chegar ao mesmo ponto ,
o ponto de chegada ,
o final da jornada .
A derradeira despedida ,
todos nós a vivemos .
A eterna partida .
Muitos desafios vividos ,
no caminho tantas pedras , tantas flores ,
assim foi assim será ,
eterna continuidade de ciclos ,
uma vida vivida por amor , por paixão
com amor , com paixão .
Muitas coisas se fragmentaram ,
se esfacelaram .
outras se eternizaram ,
doce tarefa de existir !
Os caminhos foram tantos ,
os lamentos e as lágrimas .
O prazer e a dor .
O eterno amor , amor de sempre .
Amor de minha vida ,
vida bem vivida ,
até a hora da partida .
Assim deve ser , assim será!
Sandra Waihrich Tatit
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Sandra Waihrich Tatit
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Wednesday, July 08, 2009
* POEMA SEM PONTOS * poema de Sandra Waihrich Tatit
quantos dias a chorarconstruindo caminhos que sabia ilusórios
passageiros e vazios
entregando-me aos efêmeros momentos de paixão
de ilusão e dor
tudo menos amor
emoções fortuitas
inacabadas inusitadas e vazias
adornadas de melancolia
angústia e nostalgia
sutil ironia de perder para não mais ter
correr em busca de outros momentos
talvez à espera do esquecimento
outros amores e novos tormentos
amar é assim
despedaçar-se e morrer aos poucos
tempos passaram
muitas luas muitos sóis muitas amarguras
lágrimas entoavam a cantiga pura
da profunda ternura
ao alcance das mãos e dos sentidos
e tão distante dos olhos
presentes em meus pensamentos
distantes de meus momentos
surge então o arrependimento
arrependimento de que ?
se é este vazio de ti que me faz em paz ...
Sandra Waihrich Tatit
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Sandra Waihrich Tatit
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1:07 PM
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* ÉS IMPOSIBLE SER FELIZ ESTANDO SOLO ? * está claro que todo tiene un precio ...
Vengo insistiendo en el hecho de que todos nosotros tenemos una sensación de agujero, de que algo nos falta. Tenemos, pues, un sentimiento de inferioridad que es universal. Está presente en todas las personas, incluso en aquellas que se muestran orgullosas y confiadas en sí mismas; son apenas criaturas mentirosas, además de competentes en las artes escénicas.
Ha sido el constatar esa sensación lo que ha llevado al poeta a afirmar: “es imposible ser feliz solo”. O sea, la sensación de la armonía que buscamos sólo podrá ser encontrada a dos, en la unión amorosa. Esa ha sido también la posición que he asumido en los últimos veinte años. He defendido el amor romántico, la alianza intensa y fuerte entre un hombre y una mujer, como el gran remedio para el desamparo que nos acompaña. He resaltado que la sensación de desamparo venía aumentando, pues hasta hace algunas décadas atrás, el amparo protector era resultado de la fuerte alianza que unía a las familias en clanes.
Las grandes familias rurales, llenas de hijos, sobrinos y tíos, creyentes en Dios y que, juntamente con otras familias, formaban comunidades donde todos se conocían, atenuaban grandemente el desamparo. Está claro que todo tiene un precio. En esos grupos no había espacio para la individualidad, opiniones divergentes o excentricidades.
La vida en las grandes ciudades es hoy bastante más libre y tolerante con el ejercicio de una forma personal de ser. Por otra parte, la sensación de soledad ha aumentado mucho. Usamos esa palabra – de fuerte connotación negativa que provoca pavor tan sólo con pronunciarla – para definir el dolor que se deriva de sentirnos incompletos. Considero que la soledad implica además cierta vergüenza, como si la persona se sintiese menos competente para encontrar un compañero. Podría, no obstante, ser diferente: tal vez deberíamos sentir orgullo de nuestra capacidad de permanecer en soledad, cosa difícil y que no todo el mundo consigue.
El amor romántico apareció como el gran neutralizador de la soledad creciente, llegada con la industrialización y con la migración hacia los centros urbanos. En el pasado, el matrimonio se realizaba mediante conciertos familiares; ahora es fruto del amor, de la elección voluntaria de los jóvenes, más dueños de sus vidas y de sus destinos. El amor ha aparecido – y ha sido alabado por todo el mundo, inclusive por mí – como el gran remedio para nuestro desamparo, como algo que nos permite sentir la completitud y la armonía perdidas, pero presentes en algún rincón de nuestra memoria.
En la práctica, sin embargo, las cosas no vienen sucediendo exactamente tal como preveíamos. El cuento de hadas en que nos hemos embarcado ha venido tropezando en varios obstáculos. El mayor de ellos deriva de una cierta tendencia hacia el crecimiento de nuestra individualidad. Continuamos soñando con el amor, es verdad; pero estamos cada vez menos dispuestos a hacer concesiones, a ceder a las presiones del compañero. El deseo romántico quiere a la pareja siempre cercana, al paso que cada individuo puede estar interesado en ir hacia una dirección diferente. Ahí se traba una inevitable y fatigosa lucha por el poder, en la cual ninguno queda satisfecho.
Y en este punto de las reflexiones, es cuando me hice una pregunta: ¿somos de veras incompletos o apenas nos sentimos así? Confieso que me he sentido algo confuso, incluso aturdido, cuando me deparé con una respuesta obvia, pero que jamás se me había ocurrido. La sensación de no estar completos no es obligatoriamente la expresión de un hecho. El trauma del nacimiento nos marca y provoca esa sensación. Pero somos individuos enteros y completos. Pensar así podrá conducirnos a una fascinante aventura. Profundizaremos un poco en esa senda en las próximas columnas.
Flávio Gikovate , médico psicoterapeuta e escritor .
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Sandra Waihrich Tatit
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Tuesday, July 07, 2009
* ARTE COMO TERAPIA * valor das expressões artísticas nas culturas humanas ...
Arte-terapia significa qualquer procedimento psicoterapêutico que utiliza a mediação, a expressão artística, facilitando a expressão e a comunicação, sem necessitar da palavra. Estas têm em comum objetivar a representação visual do domínio figurativo, pela transformação da matéria além de favorecer o encontro de imagens conflitantes.A arte-terapia é orientada por várias tendências. As que mais se aproximam da clinica psicoterápica situam como atividades plásticas tendo o efeito desejado somente com as trocas verbais sobre o conteúdo e a obra. Neste sentido, a expressão é utilizada como um recurso para consentir a comunicação verbal ou como meio de estabelecimento da comunicação.Um dos objetivos terapêuticos das atividades artísticas é justamente tirar o sujeito do seu delírio por intermédio da lei da matéria.O trabalho do arte-terapeuta é estimular o paciente a criar, até a finalização da obra, observando a elaboração das imagens dos pacientes, percebendo suas atividades e reações sucessivas e ouvindo aquilo que diz durante o seu trabalho. Aí então os comentários são estimulados.Para tais procedimentos, faz-se fundamental todo um domínio da técnica a ser utilizada, assim como o domínio de elementos teóricos que lhe permitam observar cada indivíduo de um ponto de vista funcional.Assim sendo, convém ao arte-terapeuta que conheça tudo aquilo que propõe, tanto de sua técnica, quanto das teorias psicológicas que levam em conta o processo de formação de imagens e da construção das representações, além também de dominar todo conteúdo de sua arte.O papel do arte-terapeuta é acompanhar o processo do paciente, criando uma atmosfera favorável em que o paciente possa experimentar a comunicação direta( é a comunicação que não está na palavras). Desta forma o arte-terapeuta vai ajudar aos pacientes a superar seus obstáculos, encontrados através de suas intervenções.Com isso, os conhecimentos teóricos e práticos da arte-terapia estão direcionados a todos aqueles em buscar o bem estar, no sentido de estar bem consigo mesmo aceitando plenamente a condição de estar vivo.Fonte de Pesquisa: Internet e meu livro"Uma Nova Dimensão Da Arte em Educação"
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Sandra Waihrich Tatit
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Monday, July 06, 2009
* COMO VIVER COM OS OUTROS * eles sempre têm algo que não possuimos ...
Ciência mais difícil que até hoje encontramos foi a de viver em conjunto,
e o mais interessante é que precisamos desse intercâmbio para viver.
Elas têm algo que não possuímos
E assim aprendemos a amar por Amor.
A sociedade cada vez mais se aprimora,
Ela se desarmoniza se deixar de existir a família,
Se queres paz em teu lar, começa a respeitar os direitos dos que convivem contigo.
Quem somente impõe suas idéias, passa a ser joguete dos pensamentos dos outros, às vezes, sem perceber. Estuda a natureza humana, pelos livros e pela observação,
Vê como falas a quem te ouve e como ouves a quem te fala e, neste auto-aprendizado, as lições serão guardadas em lugares de que a vida sabe cuidar.
Não gastes teu tempo em palavras que desagradam, nem em horas de silêncio que desapontam. Procura usar as oportunidades no bom senso que equilibra a alma.
Procura conversar com os outros na altura que eles já atingiram.
A felicidade depende da compreensão, que gera Caridade, que gera Amor.
Conviver com os outros é, realmente, uma grande ciência, é a ciência da vida. Fomos feitos para viver em sociedade. Se recusarmos, atrofiamo-nos e disso temos provas observando as plantas que frutificam mais em conjunto; as pedras, que dão mais segurança quando amontoadas, e os animais, que sempre andam em convivência. Tudo se une para a maior grandeza da criação.
Essas lições não são somente para os encarnados. Os espíritos, na erraticidade, igualmente obedecem a essa grande regra de viver bem. Nós nos unimos em todas as faixas a que pertencemos, no entusiasmo do bem, que nos dá a vida.
Aprendamos, pois, a conviver, a entender e respeitar os nossos irmãos que trabalham e vivem conosco, que tudo passará a ser, para nós, motivo de felicidade, onde enxergaremos somente o Amor.
Contrariar as leis que nos congregam é desagregar a nossa própria paz.
E para aprender a viver bem com os outros, necessário se faz que nos eduquemos em todos os sentidos, que nos aprimoremos em todas as virtudes.
Sem esse trabalho interior, será difícil alcançar a paz imperturbável no reino do coração
Pelo espírito de Lancellin , psicografia João Nunes Maia , do Livro Cirurgia Moral.
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Sandra Waihrich Tatit
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Sunday, July 05, 2009
* SEU CORPO DIZ O QUE VOCÊ PENSA * o corpo dá pistas a respeito da intensidade das nossas emoções ...
Seu corpo diz o que você pensaPor Reinaldo Polito
Criança tem cada uma! Essa história movimentou a garotada da minha rua durante um bom tempo, e até hoje respinga nas conversas entre aqueles que protagonizaram cenas que dariam inveja aos mestres da ficção.Tive um amigo de infância, Ariovaldo, que durante um bom tempo sofreu porque achava que as outras pessoas conseguiam ouvir seus pensamentos. Se estivesse conversando com alguém e surgisse um pensamento negativo, rápido cuidava de pensar em algo diferente porque tinha certeza de que o interlocutor ouvia tudo o que se passava em sua cabeça.Como não tolerou a pressão, caiu na besteira de abrir a alma e contar essa sua insegurança para um 'capetinha' do grupo, Serjão. Sua vida, que já andava de cabeça para baixo, virou de vez um inferno. Serjão anunciou a esquisitice do Ari a todo ser que respirava.Depois dessas inconfidências, assim que ele aparecia na esquina sempre havia um moleque para azucrinar seu sossego: 'Ari, se você continuar pensando essas besteiras sobre minha irmã, vou te encher de porrada'. E o Ari que até então ficava vermelho, daí para frente começou a ficar roxo.Encheram tanto a paciência do pobre do Ari, que, de repente, num estalo, ele percebeu o tamanho da asneira que havia criado para si mesmo, e se juntou ao grupo fazendo autogozação. Antes que alguém dissesse alguma coisa ele se antecipava: 'Meus pensamentos são um livro aberto. Aí perdeu a graça e deixaram o Ari em paz'.Nossos pensamentos não têm voz, não falam independentemente de nossa vontade. Entretanto, todo o nosso corpo fala -e muito!Nossos pensamentos não falam, como imaginava o Ari, contudo, é possível perceber a partir dos sinais dados pelo corpo o que estamos verdadeiramente sentindo e se a mensagem transmitida pelas palavras é ou não consistente, se possui ou não coerência.Na obra Human Communication, Stewart L. Tubbs e Sylvia Moss dizem: 'Uma interessante questão levantada por Ekman é se as pistas dadas pelos movimentos do corpo são diferentes daquelas dadas pela cabeça e pelos movimentos faciais. Suas descobertas indicam que a cabeça e o rosto sugerem qual emoção está sendo experimentada enquanto o corpo dá pistas a respeito da intensidade dessa emoção. As mãos, contudo, podem nos dar as mesmas informações que nós recebemos da cabeça e do rosto'.Pelo que disseram esses estudiosos, se não houver coerência e harmonia entre as palavras, os sentimentos transmitidos, a entonação usada, os sutis movimentos do corpo, a expressão facial, os gestos -enfim a coerência e harmonia nos traços de uma mesma linguagem- nossa comunicação estará seriamente prejudicada e o nosso preparo, confiança e credibilidade questionados.Todos esses aspectos estão relacionados à competência da comunicação. Nas diferentes fases da formação as pessoas aprendem a usar de maneira adequada o tom da voz, os gestos, a comunicação facial, as reações do corpo, enfim, desenvolvem habilidades que as preparam para conviver naturalmente em sociedade.De acordo com a cultura em que são educadas, as sutilezas são incorporadas na maneira de se comunicar e de se expressar: um discreto levantar de sobrancelha, que indique surpresa. Uma quase imperceptível mordida no lábio inferior, que demonstre ansiedade. Um rápido tamborilar com os dedos que informe impaciência.Ainda nessa fase de aprendizado a pessoa descobre até que ponto pode ou não tocar ou se aproximar fisicamente dos outros, qual o tom de voz apropriado para as mais diferentes situações e todas as reações próprias para uma boa convivência. Com o passar do tempo esse comportamento é naturalizado e constantemente monitorado.Anthony Giddens na obra 'Modernidade e identidade', afirma que 'aprender a tornar-se um agente competente -capaz de se juntar aos outros em bases iguais na produção e reprodução de relações sociais- é ser capaz de exercer um monitoramento contínuo e bem-sucedido da face e do corpo'.Deduz-se, portanto, que para o indivíduo se sentir competente precisa manter o domínio sobre o corpo em todas as situações sociais. Além disso, o autor afirma que 'ser um agente competente significa não só manter tal controle contínuo, mas ser percebido pelos outros quando o faz'.Se, por acaso, a primeira condição não puder ser atendida, ou seja, a pessoa não conseguir manter o controle do corpo, ela perderá sua proteção, e sua confiança básica será ameaçada. Conseqüentemente a segunda condição será afetada, pois os outros perceberão este descontrole e poderão desconfiar da sua competência.Por isso vale a pena investir no autoconhecimento, no aprimoramento da comunicação para que possa dominar suas ações e ser visto como uma pessoa segura e confiante. Com esses atributos você conquistará mais credibilidade e admiração ao falar e se relacionar com as pessoas.Por incrível que pareça, então, o Ari não era tão esquisito assim. Seu corpo, realmente, podia revelar seus pensamentos -até que ele bem era normalzinho!
SUPERDICAS DA SEMANA✺ Invista no aprimoramento da comunicação✺ Aprenda a dominar as ações do seu corpo✺ Procure levar para todas as situações seu comportamento natural✺ Aprenda a 'ler' a linguagem do seu corpo e das outras pessoas✺ Observe sempre se há coerência entre o que as pessoas falam com as palavras e com o corpo.
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Sandra Waihrich Tatit
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Saturday, July 04, 2009
* CAMINHOS * chegar , simplesmente por chegar para mais perto estar da felicidade ...
CaminhosCaminhos construí, na efêmera ilusão que ali estaria construída a minha felicidade.Caminhos percorri, na eterna ânsia de algum lugar chegar. Chegar, simplesmente por chegar.Caminhos visualizei, para mais perto estar da felicidade. E caminhos não percorri por sentir que a eterna felicidade lá não se encontrava.E, nesse constante caminhar, do chão não saí. A lugar algum cheguei e a felicidade ainda não encontrei.E por que, me pergunto agora?E um anjo sussurra ao meu ouvido, palavras que um dia já ouvi: procura o caminho que leva a ti mesmo.Procura o conhecimento de ti pois, encontrando-te, encontras tudo o mais: o que desejas e o que precisas.
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Sandra Waihrich Tatit
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Friday, July 03, 2009
* MENSAGEM DE LUZ * deixa que a doçura da melodia te conduza à imortalidade dos sonhos ...
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Sandra Waihrich Tatit
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Thursday, July 02, 2009
* MÃOS * as mãos falam , sentem , se expressam no calor das carícias ...
Que mãos são essas que se cruzam, esperando o tempo passar e trazer tudo aquilo que através delas pudesse ser obtido? Que mãos são essas que se recolhem quando as outras se apresentam, expondo seu amor, oferecendo o calor, que elas poderiam dar também? Que mãos são essas que machucam tanto ao menor sinal de ameaça, com medo de acariciar e ser suave? Tudo isso lhe proporcionaria a chance de serem usadas com fervor, cumprindo o que realmente elas representam... Que medo bobo! Que desperdício de encontros! As mãos falam, sentem, se expressam. Não as protejam com bolsos ou luvas. Exponham-nas, deixem-nas se movimentarem e descobrirem o que elas podem dizer...
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Sandra Waihrich Tatit
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