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ARTE É VIDA

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Aqui em 'Arte é Vida', você é o principal personagem deste roteiro de músicas, de paz e amor. Obrigada pela sua presença, é valiosa para mim, se quiser, deixe sua mensagem em meu livro de visitas, abraços, Sandra

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Sandra Waihrich Tatit

Sandra Waihrich Tatit

BIOGRAFIA I

Sandra Waihrich Tatit
Aniversário: 11 de Fevereiro
Signo astrológico: Aquário
Atividades: Direito , Literatura , Música e Educação
Profissão: Advogada
Local: Júlio de Castilhos : Rio Grande do Sul : Brasil
Clip de áudio
Quem sou eu
NASCI EM JÚLIO DE CASTILHOS, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL.
MÃE DE TRÊS FILHOS, RUBENS, RUSSAIKA E ANGELA. FILHA DE RUBENS CULAU TATIT E CLÉLIA WAIHRICH TATIT.
SOU ADVOGADA, CURSEI DIREITO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL.
CULTIVO A ARTE COMO UMA LIBERTAÇÃO, PIANO, VIOLÃO, CANTO E LITERATURA.
INTEGREI O CORAL DA UNIVERSIDADE.
LIVRO DE ARTE PUBLICADO, "UMA NOVA DIMENSÃO DA ARTE NA EDUCAÇÃO".
CURSEI PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO LATU SENSU.
VEJO A ARTE COMO UMA LIBERTAÇÃO DO SER HUMANO, UMA TERAPIA QUE AMENIZA OS SOFRIMENTOS DO COTIDIANO.
A MÚSICA É A HARMONIA DO HOMEM, A LINGUAGEM DO UNIVERSO.
INTERPRETO PIANO E VIOLÃO, APRECIO CANTAR.
POSSUO COMPOSIÇÕES MUSICAIS, PARA PIANO E VIOLÃO.
NA EUROPA, CONHECI UM POUCO DA HISTÓRIA DA ARTE, ESPECIALMENTE NA ITÁLIA.
DIZ GANDHI, "PRECISAMOS SER AS MUDANÇAS QUE QUEREMOS VER NO MUNDO".
SOU DO SIGNO DE AQUÁRIO, ACREDITO NA ASTROLOGIA E SUA INFLUÊNCIA EM NOSSA VIDA E PERSONALIDADE.
PRETENDO ESCREVER AQUI NO BLOG, SOBRE DIVERSOS TEMAS E POESIAS, TAMBÉM PUBLICAR TEXTOS RELEVANTES DE OUTROS AUTORES.
ESCREVO POEMAS, É UMA FORMA DE DAR MAIS LEVEZA À VIDA. PREGO A ARTE COMO UMA UMA VIDA DENTRO DA PRÓPRIA VIDA QUE SE ETERNIZA PELO ESPÍRITO, UMA LINGUAGEM UNIVERSAL.
UM TRIBUTO A CAMÕES NESTA FRASE ,"CESSA TUDO QUANTO A MUSA CANTA QUANDO UM PODER MAIS ALTO SE AGIGANTA."
Interesses:
ARTE E MÚSICA
DIREITO E EDUCAÇÃO .
Filme favorito
"FREUD ALÉM DA ALMA".
Música favorita
A CLÁSSICA " SONATA AO LUAR " DE BEETHOVEN.
Livros favoritos
" O PROFETA " DE GIBRAN KHALIL GIBRAN . GOSTO MUITO DE LITERATURA ORIENTAL. "OS HETERÔNIMOS" DE FERNANDO PESSOA (Poeta Português). OS POEMAS DE NOSSO POETA OLAVO BILAC
ME FASCINAM
COMO "A VIA LÁCTEA E BENEDITICE". CECÍLIA MEIRELES E LYA LUFT
MINHAS GRANDES MUSAS DA POESIA . "O ATENEU" DE RAUL POMPÉIA . A "DIVINA COMÉDIA" DE DANTE ALIGHIERI
"DON QUIXOTE DE LA MANCHA"
DE MIGUEL DE CERVANTES. QUERO RENDER UM TRIBUTO À MAGISTRAL LITERATURA DE CAMÕES EM " OS LUSÍADAS . "

SEJAM BEM VINDOS AMIGOS!

BIOGRAFIA II

Sobre Mim
Advogada
Universidade Federal de
Santa Maria

Brazil

Artes
Música-Piano-Violão
Literatura

ARTE É VIDA
A Arte é Linguagem Universal

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Advogada
Produtora Rural
Agropecuária - Agronegócios
Arte-Música - Piano Violão e Literatura
Aprecio as pessoas transparentes e verdadeiras. As relações humanas me cativam, direito, justiça e paz
são minhas trajetórias de vida, ajudar o ser humano o máximo que me seja permitido, sentindo a beleza de minha vocação e o apelo do mundo atual à disponibilidade de minhas energias. Meu primeiro livro publicado 'Uma Nova Dimensão da Arte na Educação'. Na Europa conheci a História da Arte. Na Itália, França. Espanha, Alemanha, Holanda, Bélgica, Áustria e Suiça. Cursos e estudos na área artística e 'História da Arte'.
Sou membro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Estado do Rio Grande do Sul.
Cursei a Escola Superior do Ministério Público e Pós Graduação em Educação Latu Sensu, minha tese foi sobre a Arte e a sua Dimensão no Ensino. Possuo composições musicais de minha autoria, música e letra.
Também alguns vídeos, os quais se encontram no youtube. Mensagens que circulam na internet, formatadas e sonorizadas. Músicas gravadas em seleção e editadas, para sites ou audiência .
Sou funcionária pública do Estado do Rio Grande do Sul.
Brasil.
Creio na Educação como a forma de melhorar o mundo e o ser humano, a Arte na Educação, como uma libertação e incentivo à aprendizagem mais eficiente. Na Arte Terapia, como forma de cura e amenização de conflitos existenciais. Na música, como a Linguagem Universal. Arte Pura como uma vida dentro da própria vida, se eternizando pelo Espírito.
Os artistas são as antenas da raça humana, eles auscultam e pressentem o porvir. Arte é Vida.
Sou mãe de três filhos, Rubens, Russaika e Angela.

'Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita.Tem o peso de uma lembrança.Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros'.
Clarice Lispector

UMA INTENSA LUZ ATRAVESSA O SILÊNCIO DA VOZ QUE CALA...

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ARTE É INSPIRAÇÃO E EMOÇÃO

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Divina Música!
Filha da Alma e do Amor.
Cálice da amargura
E do Amor.
Sonho do coração humano,
Fruto da tristeza.
Flor da alegria, fragrância
E desabrochar dos sentimentos.
Linguagem dos amantes,
Confidenciadora de segredos.
Mãe das lágrimas do amor oculto.
Inspiradora de poetas, de compositores
E dos grandes realizadores.
Unidade de pensamento dentro dos fragmentos
Das palavras.
Criadora do amor que se origina da beleza.
Vinho do coração
Que exulta num mundo de sonhos.
Encorajadora dos guerreiros,
Fortalecedora das almas.
Oceano de perdão e mar de ternura.
Ó música.
Em tuas profundezas
Depositamos nossos corações e almas.
Tu nos ensinaste a ver com os ouvidos
E a ouvir com os corações.

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A música é a linguagem dos espíritos. Khalil Gibran

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Sunday, November 23, 2014

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Wednesday, November 12, 2014

A VOZ DO POVO __ Por Olavo de Carvalho

A VOZ DO POVO
Por Olavo de Carvalho

O Brasil é o único país da galáxia no qual apuração secreta é coisa democrática e exigir recontagem de votos é antidemocrático. O tom de aparente sinceridade, até de inocência, com que tantas pessoas aparentemente cultas enunciam esses julgamentos mostra que os últimos vestígios de educação política desapareceram do cérebro nacional. Só a educação política? Não. A racionalidade em geral. A total insensatez tornou-se critério de normalidade.
Carl Schmitt, o desafortunado filósofo que meio involuntariamente ajudou a formular os planos do Estado nazista, definia a política como aquele campo da atividade humana no qual nenhuma resposta racional às dúvidas é possível e onde, portanto, só o que resta é reunir os "amigos" contra os "inimigos".
Há muitas situações que são incontornavelmente políticas, nesse sentido. Uma eleição é o exemplo mais típico. É impossível provar racionalmente que X será melhor ou pior governante que Y. Pode-se conjeturar o futuro em termos de probabilidade razoável, mas nem todos os melhores cálculos probabilísticos do mundo, somados, poderão jamais eliminar a sua própria margem de erro e provar racionalmente que ninguém deve apostar nela. A decisão, portanto, é política em sentido estrito.
Apuração de votos, no entanto, não é uma questão política de maneira alguma. É uma questão de aritmética e de verificação idônea.
Também não é de maneira alguma uma tomada de posição política afirmar que uma apuração secreta, inacessível a qualquer averiguação popular ou recontagem de votos, é uma aberração autoritária incompatível com a idéia de “democracia”, mesmo tomada na sua acepção mais elástica. É uma questão de lógica, de pura comparação de conceitos.
E não é uma questão política saber o sentido da palavra “democracia”. É uma questão de consulta ao dicionário. Democracia sem transparência, democracia onde todo mundo é obrigado a aceitar, sem questionamentos, a palavra de um funcionário estatal altamente suspeito de parcialidade e o parecer técnico de uma empresa já mil vezes acusada de fraude, não é democracia em nenhum sentido identificável da palavra. No entanto, todo o establishment político e midiático deste país, todas as mentes iluminadas e pessoas maravilhosas repetem que é, e chamam de “extremista de direita” quem insista em exigir eleições limpas, com apuração controlada pelo povo. Quem é extremista, nós ou o beautiful people que quer nos fazer engolir essa politização forçada, esse schmittianismo psicótico?
O simples fato de que respondam com uma rotulação ideológica pejorativa a uma afirmação auto-evidente já mostra que querem transferir a discussão do campo da razão para o da guerra política nua e crua. Não querem saber se você diz a verdade. Só o que lhes interessa é se você está no grupo dos “amigos” ou dos “inimigos”. E no mesmo instante em que fazem isso têm ainda a cara de pau de discursar contra o “fanatismo” e a “radicalização”.
Apuração secreta é fraude. É fraude em si mesma, independentemente de pequenas fraudes pontuais que possam ocorrer também. É fraude e é a negação ostensiva de todo princípio democrático.
Não podemos aceitar essa imposição de maneira alguma, quer venha do governo, da mídia chique ou de uma oposição vendida, frouxa e cúmplice.
Muito menos é uma questão política saber se o Foro de São Paulo é ou não é a maior e mais poderosa organização política que já existiu no continente, se nele se irmanam ou não se irmanam partidos legais com organizações criminosas, se nele os destinos das nações são ou não são decididos em segredo, pelas costas dos povos. Tudo isso é fato tão bem documentado que até os mais fiéis e destacados membros dessa organização o confessam. O sr. Lula em primeiro lugar.
Mas, para os nossos políticos que se dizem “de oposição”, falar disso é “extremismo de direita”. São eles que politizam tudo, são eles que fogem do campo dos fatos verificáveis para o dos carimbos ideológicos. E, no entanto, os extremistas somos nós.
Continua vigorando, com total e unânime aprovação da classe política, o acordo que segundo o sr. Fernando Henrique Cardoso existe entre o seu partido e o PT:
Nada de divergências ideológicas ou estratégicas, apenas disputa de cargos, donde a redução do confronto partidário a dois itens: corrupção e má
administração. Isso é disputa de prefeitura do interior. É rebaixamento da República brasileira à condição de papagaio amestrado, que só diz o que o dono manda.
Por mais "dura" que seja a oposição prometida por quem se autonomeia opositor no Congresso Nacional, enquanto ela se limitar a questões de incompetência administrativa e roubo, sem mencionar o maior dos crimes, que é o Foro de São Paulo, continuará subserviente ao pacto de contornar divergências ideológicas.
É esse tipo de mordaça anestésica que o povo não suporta mais. É por isso que, saltando por cima dos representantes que se recusam a representá-lo, hoje ele sai às ruas para dizer o que eles não querem que ninguém diga.
Pois agora não ter de ouvi-lo e segui-lo, ou ficar para trás e ser jogados na lata de lixo do esquecimento.

A Cleptocracia e os Agentes de Corrupção Política

A Cleptocracia e os Agentes de Corrupção Política
By Sandra Waihrich Tatit

Historicamente, qualquer que seja sua origem e seu tamanho, os agentes de corrupção política - caso não sejam combatidos pela sociedade - acabam transformando o Estado em uma “cleptocracia” . Esta palavra de origem grega significa literalmente “Estado governado por ladrões”.
A fase “cleptocrática” do Estado ocorre quando a maior parte de sistema público governamental - criado para manter as relações sociais entre as pessoas da nação - já foi capturada pelos agentes corruptos passivos e ativos e funciona agora apenas como uma máquina de extração de renda ilegal.
Quando os agentes de corrupção de um país conseguem atingir esta fase “cleptocrática”, já não há mais a necessidade de apresentar qualquer aparência de honestidade em suas atividades de corrupção. Essas atividades podem ficar totalmente visíveis porque há uma certeza de impunidade. Quando se instaura esta fase, o jogo político já deixa de ser necessário e os cidadãos sem representação tem poucas alternativas. Uma delas é o cesarismo, nome que se dá à tomada do poder pela força das armas (um dos exemplos são os golpes de Estado praticados por funcionários públicos militares especialmente nos países da América Latina, da Ásia e da África. Outra saída dos cidadãos é apelar para políticos populistas civis que têm liderança entre os militares e que também fazem uso da força militar para impor regimes ditatoriais. Isto é, ao subverter os processos formais da boa governança, a corrupção faz o governo perder legitimidade e acaba minando a democracia representativa. Isto é, os valores democráticos como confiança e tolerância, aspectos do que economistas como Robert Putnam têm denominado de capital social e que são fatores necessários ao desenvolvimento econômico, são destruídos. Isto preparam o campo para as ditaduras. (Para mais informações sobre capital social veja Putnam, R. Making Democracy Work – Civic Traditions in Modern Italy).
A fase cleptocrática é caracterizada por níveis de impostos extremamente altos (mais de um terço ou níveis tão altos quanto 40% do Produto Interno Bruto chegam a ser extraídos da população em regimes cleptocráticos), desnacionalização da propriedade dos negócios dos principais setores da Economia, altos níveis de desemprego estrutural (acima de 15% da população economicamente ativa). O resultados, em termos sociais, são níveis de violência social altíssimas(o número de assassinatos pode chegar a 20 para cada 100.000 pessoas da população da nação por ano, por exemplo). Outros fatos sociais, demonstrados por taxas de imigração e de de sonegação correspondentemente altas, também mostram os efeitos da corrupção.
Contribuições de campanha e dinheiro de corrupção:
A corrupção política implica que as políticas governamentais beneficiam os agentes de corrupção ativa e passiva e não os cidadãos da população geral que pagam os impostos que sustentam a máquina governamental. Um exemplo disso é que os políticos corruptos tendem a promulgar leis que protegem as grandes empresas ao mesmo tempo em que criam dificuldades enormes para a sobrevivência dos pequenos negócios. O que acontece é que esses políticos “favoráveis aos grandes negócios estão devolvendo os favores para as grandes empresas as quais contribuíram pesadamente para suas eleições. Nos Estados Unidos muitos interesses especiais tem sido tão fortemente blindados contra eventuais restrições legislativas que o suborno pode ser considerado um “crime legal”. Para um tratamento mais completo sobre este tema veja corporocracia.
É fácil provar a corrupção, mas é difícil provar que ela não existe. A razão da existência de freqüentes rumores sobre a corrupção de muitos políticos é a dificuldade de provar a ausência de corrupção. Em função de seu trabalho, o de defender um determinado grupo de interesse, geralmente os políticos são colocados na posição comprometedora de solicitar contribuições financeiras para financiar suas campanhas aos constituintes desses grupos de interesse. Freqüentemente, após eleitos, eles precisam agir em defesa dos interesses dos grupos que os financiaram. Mesmo que façam seu trabalho dentro da lei, isto dá início aos boatos sobre corrupção política.
Os defensores dos políticos – não corruptos e corruptos - afirmam que é apenas uma grande coincidência o fato de que muitos políticos pareçam estar agindo em defesa dos interesses dos que financiaram sua eleição e chegada ao poder. No entanto, isto levanta a questão lógica sobre qual é a razão dos grupos de interesse (empresas ou organizações religiosas, por exemplo) financiarem os políticos durante suas eleições se tais grupos de interesse não tem como objetivo obter retornos em troca do valor investido. Qualquer doação de dinheiro sem a devida esperança de retorno vai contra a necessidade de otimização financeira que permite a sobrevivência empresarial ou vai contra a necessidade de obtenção de poder político por parte de outras organizações (como, por exemplo, as organizações religiosas).
Se a legislação permitir que as empresas financiem os políticos que se candidatam a eleições, existe a possibilidade de que estas empresas na verdade estejam comprando antecipadamente desses políticos ações em sua defesa - quando eleitos. Em função deste perigo, a França proibiu totalmente o financiamento dos partidos políticos por empresas. Para evitar a fraude à esta proibição (por exemplo, a empresa aumentando o salário dos executivos e estes repassando o aumento para vos políticos), a França também impôs uma despesa máxima nas campanhas eleitorais mesmo pra doações de pessoas físicas. Candidatos que excederem tais limites ou que apresentarem relatórios de despesas de campanha enganosas e que sejam descobertos são simplesmente declarados derrotados na eleição e perdem o cargo ou são impedidos de concorrerem nas próximas eleições. Na França, o financiamento governamental dos partidos para as eleições é diretamente proporcional ao seu sucesso nas eleições. No entanto, mesmo medidas como estas podem ser consideradas como fontes de corrupção ao favorecerem o status quo político. Políticos de partidos pequenos e independentes argumentam que a tentativa de controlar a influência das contribuições privadas às campanhas eleitorais através de seu financiamento público nada mais fará que proteger os grandes partidos com fundos públicos garantidos e impedindo que fundos privados financiem novos e pequenos partidos concorrentes. Desta maneira, os políticos atualmente no poder estarão legalmente tirando dinheiro dos cofres públicos para garantir que continuem a desfrutar de suas posições influentes e bem pagas.
Principais fatores que favorecem o crime de corrupção
NAS (NAS et al, 1986) divide as causas da corrupção em “causas derivadas de características pessoais” e em “influências estruturais”. As características pessoais podem ser resumidas em desejo por poder derivado de status social. As influências estruturais são divididas em capacidade e qualidade do envolvimento dos cidadãos (que mais tarde Putnam denominou de capital social) e os efeitos do sistema judiciário e legal. Para uma abordagem teórica da corrupção, veja o artigo "A Policy-Oriented Theory of Corruption" (NAS, Tevfik, PRICE, Albert e WEBER Charles. American Political Science Review, 1986).
O principal fator favorável à corrupção é o regime de governo em que não há democracia, isto é, o regime ditatorial ou autoritário. Nestes regimes, as estruturas governamentais de tomada de decisão concentram o poder de decisão em poucas pessoas.
Existem diferenças culturais na forma como corrupção é realizada e na forma com que o dinheiro extraído é empregado. Por exemplo, em países da África a corrupção tem sido uma forma de extração de renda em que o capital financeiro obtido é exportado para o exterior ao invés de ser re-investido no país. A imagem dos ditadores que possuem contas bancárias em bancos suíços é caricata, mas muito freqüentemente verdadeira. Por outro lado, a corrupção em alguns governos asiáticos, como o do presidente Suharto (que cobrava suborno na forma de percentagem da receita bruta de todos os negócios realizado nas Filipinas), tende a não exportar em níveis tão elevados o capital extraído e a fornecer mais condições para o desenvolvimento com investimentos em infra-estrutura, lei e ordem (que não afetem logicamente a atividade da corrupção) etc. Em países da América do Sul, os agentes de corrupção historicamente tem mantido ambos os enfoques.
Pesquisadores da Universidade de Massachusetts estimaram que a fuga de capitais dos 30 países africanos sub-saarianos ultrapassou 187 bilhões de dólares, uma soma que excede a dívida externa desses países. A perda dos países, medida em desenvolvimento econômico retardado ou suprimido das sociedades, foi modelada em uma teoria pelo economista, Mancur Olson. Um dos fatores para o comportamento africano foi que a instabilidade política levava os novos governantes a confiscar os ativos obtidos de forma corrupta pelos governantes antigos. Isto levava todos os governantes e funcionários a enviar a riqueza adquirida de forma corrupta para o exterior para ficarem fora do alcance do confisco caso perdessem o poder político.
A falta de transparência da estrutura governamental é outro fator favorável. Mesmo em regimes democráticos podem existir e geralmente existem estruturas viciadas através das quais a legislação dificulta ou mesmo impede a prestação de contas dos tomadores de decisão para a cidadania. O impedimento do olhar fiscalizador do uso do dinheiro público por parte do cidadão implica seu acesso ao interior da estrutura burocrática estatal de tomada de decisão e não apenas aos efeitos da tomada de decisão na realidade.
Falta de simetria de informação entre os membros da sociedade. A falta de educação de qualidade em que é mantida a maior parte da população dos países mais pobres

Saturday, November 01, 2014

"QUAL SERÁ O PESO DO ESCÂNDALO NA PETROBRAS?" ************* Hoje, com 'William Waack' __ na GLOBO NEWS.

"QUAL SERÁ O PESO DO ESCÂNDALO NA PETROBRAS?"
*************
Hoje, com 'William Waack' __ na GLOBO NEWS.
* William Waack " : Biografia
*** William José Waack (São Paulo, 30 de agosto de 1952) é um jornalista brasileiro formado pela Universidade de São Paulo (USP). É formado também em Ciência política, Sociologia e Comunicação na Universidade de Mogúncia, na Alemanha bem como fez mestrado em Relações Internacionais .
William possui quatro livros publicados e já venceu duas vezes o Prêmio Esso de Jornalismo: pela cobertura da Guerra do Golfo (1991) e ao revelar informações sobre a Intentona Comunista de 1935 até então mantidas sob sigilo nos arquivos da antiga KGB em Moscou (1993).
William trabalhou em algumas das principais redações do Brasil, como o Jornal do Brasil, O Estado de São Paulo e a revista Veja. Foi editor de Economia, Internacional e Política. Atuou como secretário de redação, editor-chefe e repórter, função em que ficou durante mais tempo.
Durante 20 anos, William foi correspondente internacional na Alemanha, no Reino Unido, na Rússia e no Oriente Médio. Chegou a cobrir alguns dos principais acontecimentos internacionais das últimas décadas, como a Guerra Fria, a Revolução no Irã, a derrubada do Muro de Berlim, a desintegração da União Soviética e o ocaso do socialismo na Europa. Sempre como enviado especial, William participou da cobertura de oito conflitos e guerras: seis no Oriente Médio e dois nos Bálcãs .
Desde 1996, William trabalha para a Globo e voltou ao Brasil em 2000. Mais recentemente, tem trabalhado cobrindo crises em países sul-americanos como a Colômbia e a Argentina, e várias séries especiais de reportagens para o Jornal Nacional sobre assuntos como privatizações, pirataria e corrupção policial em São Paulo. Foi enviado aos Estados Unidos para cobrir a eleição que reelegeu Bush filho. Apresentou o Globo News Painel de Nova York. E enquanto cobria a pré-reeleição de George W. Bush, lecionou na Universidade de Nova Iorque.
William co-apresenta desde maio de 2005 junto com Christiane Pelajo o Jornal da Globo substituindo Ana Paula Padrão, que deixou a Globo para ir para o SBT. Comanda também o programa semanal de debates políticos e econômicos Painel, na Globonews.
Em 2006, William passou a assinar uma coluna na editoria Mundo do portal de notícias G1.
Em novembro de 2012, a Rede Record foi condenada pela Justiça a pagar R$50 mil a William por danos morais, por sugerir que ele fosse espião dos Estados Unidos em matéria do jornal R7 baseada em telegramas diplomáticos dos Estados Unidos vazados pelo WikiLeaks, onde William é citado em conversas profissionais com diplomatas americanos .
Dentre os livros mais famosos de William está Camaradas, que conta a história da Intentona Comunista no Brasil, a partir de documentos da URSS . Escreveu em 1985 também o polêmico As Duas Faces da Glória, onde analisa a Força Expedicionária Brasileira (FEB) vista por alguns de seus aliados e inimigos.
Livros:
"As Duas Faces da Glória" (1985) - Ed. Nova Fronteira, s/ID;
"Camaradas: nos Arquivos de Moscou" (2004) - Cia. das Letras, ISBN 9788571643420.
Curiosidade
William Waack e Christiane Pelajo foram os jornalistas que mais tempo foram titulares na bancada do Jornal da Globo (até hoje, 8 anos e meio).
Referências:
Informações sobre William Waack na página da Cia. das Letras.
Biografia na página de Segurança Internacional, Perspectivas Brasileiras.

Wednesday, October 29, 2014

* * CONVÍVIO COM A SOLIDÃO * *

** Convívio com a solidão **
Pedro J. Bondaczuk
A solidão é outro dos meus temas recorrentes (como o amor, as artes, o tempo e o cultivo de valores e ideais, entre outros) nas tantas crônicas que escrevo. Não que me sinta solitário. Pelo contrário! Às vezes até gostaria de poder privar de mais momentos a sós, comigo mesmo, às voltas com meus sentimentos e lembranças. Porém, apenas às vezes. Gosto da companhia alheia, mesmo que esta não seja da minha livre escolha e me tenha sido imposta, digamos, pelas circunstâncias.Sou profissional de comunicação, por opção e vocação. E como tal, escrevo sobre pessoas para outras pessoas lerem. Uma das minhas crônicas que tiveram a maior repercussão na internet foi a que publiquei aqui no Planeta News, postada no site às 14h46 de 6 de junho de 2005, intitulada “Tormento da solidão”. Alguns leitores concordaram, totalmente, com minhas colocações; outros manifestaram acordo apenas parcial e outros, ainda, discordaram delas. Tudo, ressalte-se, de forma democrática e respeitosa. É gratificante para o escritor contar com este retorno.Os que apontaram restrições ao referido texto argumentaram (sabiamente, por sinal) que a solidão nem sempre é opressiva, terrível, ou um mal. Estão cobertos de razão! Apenas não leram outra crônica minha, publicada no mesmo portal, e antes de fazerem essas observações, tratando exclusivamente dos que, por alguma razão, optam por serem solitários e se sentem bem dessa maneira.Convenhamos, o tema é bastante amplo e complexo para se esgotar em apenas um, dois, dez ou vinte textos. Escrevi, inclusive, um livro (ainda inédito, mas que breve estará nas mãos dos leitores) sobre o assunto. E, mesmo assim, este está ainda a milhões de anos-luz de haver sido esgotado.Uma observação se faz necessária e indispensável: nenhuma pessoa sã e ativa – viva como ou onde viver – goza (ou sofre de) solidão absoluta. Absolutamente solitários são aqueles que, vítimas de doenças graves, por exemplo, levam vidas meramente vegetativas, sem a menor possibilidade de comunicação com o mundo, inclusive tendo contra elas a “torcida” dos parentes para que morram logo, por considerá-los um “peso” (quer no sentido material, quer no afetivo) para a família. É impossível, todavia, saber se têm ou não consciência dessa condição. Suponho (mas não tenho certeza e ninguém a tem) que não.Por mais solitário que alguém se sinta, tem sempre ao seu redor alguém com quem se comunicar. Provavelmente, admito, não seja a pessoa ideal. Mas está ali, presente. Raros, também, são os que não têm sequer um animal (cachorro, gato, passarinho, jabuti etc.) para lhes fazer companhia. Estão distantes, portanto, da solidão (e muito menos da absoluta). Caso sintam-se solitárias, a probabilidade é a de que não saibam valorizar companheiros (ainda que fortuitos).Tudo na vida tem modo e momentos adequados. Da minha parte, sinto-me privilegiado. “Tempero” meus dias (como um refinado cozinheiro) com instantes de solidão e outros de plena companhia. As horas solitárias são as oito diárias em que trabalho na minha produção literária. A presença de qualquer pessoa, nesse período, é sumamente inoportuna. O ato de criação é assim: exige silêncio e solidão.A rigor, nem mesmo nesses instantes estou só. Os amigos sempre estão presentes, de uma forma ou de outra. Tenho, por exemplo, a companhia dos meus livros. Esta, aliás, é a amizade ideal. Privo dela quando quero (e preciso). E quando não mais necessito dos seus préstimos? Simples! Basta fechar o livro e recolocá-lo na prateleira, sem que haja nenhum melindre e nem arrufo. Tenho, ainda, a companhia de pessoas que me consultam a toda a hora pelo MSN ou pelo Skype a propósito de vários assuntos. Como se vê, mesmo optando, num período do dia, pela solidão, esta está anos-luz de ser absoluta.Já meus períodos vespertinos são a etapa social de cada um dos meus dias. Trabalho numa empresa que edita e imprime o Diário Oficial de Campinas. Privo, portanto, do convívio de centenas de colegas de atividade, com os quais converso, rio, brigo etc.etc.etc. Mas meus contatos com os outros não se restringem a isso.Finda a jornada de trabalho, encontro amigos, em um bar da cidade, para bebericar, descontrair, jogar conversa fora, falar de literatura, política, mulheres e, não raro, filosofar (depois da terceira dose) e apontar caminhos para “salvar o mundo”. De regresso para casa, ainda conto com a presença sempre amiga (e compreensiva, na verdade cúmplice) da esposa, além do carinho dos filhos.Como se vê, sou mesmo privilegiado. O que mais posso querer? Privo de solidão, quando preciso ficar sozinho, ou quando me dá na veneta. Todavia, tenho sempre e sempre e sempre ao meu alcance as pessoas de que gosto (e que me completam), além (não posso deixar de mencionar) dos meus bichinhos de estimação: nove gatos, criados a “pão-de-ló” e meu fidelíssimo cão, o Nick, já um tanto caduco, dada sua avançada idade. Reitero: o que mais posso querer?!!
Texto de: Pedro J. Bondaczuk, é jornalista e escritor, autor do livro “Por Uma Nova Utopia”
By Arte é Vida
Sandra Waihrich Tatit
www.sandrawaihrichtatit.blogspot.com.br

Tuesday, October 21, 2014

VAMOS JUNTOS COM AÉCIO DIZER NÃO À CORRUPÇÃO NO GOVERNO FEDERAL


Juscelino Kubitschek
Politician
By www.sandrawaihrichtatit.blogspot.com.br
For other uses, see Juscelino Kubitschek (disambiguation).
Juscelino Kubitschek de Oliveira (Portuguese pronunciation: [ʒuseˈlinu kubiˈtʃɛk dʒ oliˈvejɾɐ]; September 12, 1902 – August 22, 1976), known also by his initials JK, was a prominent Brazilian politician who was President of Brazil from 1956 to 1961. His term was marked by economic prosperity and political stability, being most known for the construction of a new capital, Brasília.
A leader who favored long-term planning and who set high goals for Brazil's future, Kubitschek is viewed inside the country as the father of modern Brazil. He stands among the politicians whose legacy is held most favorably.
Life
Childhood home of Kubitschek in Diamantina, Minas Gerais.
Kubitschek was born into a very poor family in Diamantina, Minas Gerais. His father, João César de Oliveira (1872–1905), who died when Juscelino was two years old, was a traveling salesman. He was raised by his mother, a schoolteacher named Júlia Kubitschek (1873–1973), of Czech (by grandfather) and Roma (gypsy) descent.
An excellent student, Kubitschek was trained as a medical doctor and elected to the Chamber of Deputies of Brazil from his home state in 1934. With the imposition of Getúlio Vargas' dictatorship in 1937, Kubitschek returned to practicing medicine. However, he was soon appointed mayor of Belo Horizonte in 1940. There, he realized the project of an artificial lake (Pampulha Lake) to supply water to the city and also an architectural complex, with several buildings designed by renowned architect Oscar Niemeyer.
He was again elected to the National Congress of Brazil in 1945 and became governor of the state of Minas Gerais in 1950. In 1955, he ran for president with the slogan "fifty years of progress in five" and won.
He was sworn in on January 31, 1956, as President of what was then known as the Republic of the United States of Brazil.
Presidency
President Kubitschek and some cabinet members on inauguration day.
Kubitschek's presidency was marked by a time of political optimism. He launched the "Plan of National Development", also known as the "Plano de metas (Goals' plan)", famous by the motto: "Fifty years of progress in five."
The plan had 31 goals distributed in six large groups: energy, transports, food, base industries, education and the main goal, the construction of Brasilia. This plan sought to stimulate the diversification and expansion of the Brazilian economy, based on industrial expansion and integration of the national territory.
Guarantor of democracy
His government was marked by a time of political stability and maintenance of the democratic regime. Kubitschek used his outstanding political ability to reconcile Brazilian society. He managed to rebuild the government structure, as he transferred the capital from Rio de Janeiro to its new location in Brasilia.
He avoided any direct clash with his political adversaries, like the UDN, the main opposition party of the Kubitschek administration. He also gave political amnesty to the men who took part in the Jacareanga and Aragarças military revolts.
Economy and major works.
Although his main project was to develop the national industry, it was with the "Goals plan", launched in 1956, that there was a greater opening of the national economy for foreign capital. He exempted from taxes all the machines and industrial equipments imports, as well as to the foreign capital. However, the exemption was made only if the foreign capital was associated with the national capital ("associated capital"). To amplify the internal market, he developed a generous credit policy.
He promoted the development of the automobile industry, naval industry, heavy industry, and the construction of hydro-electric power stations. With the exception of the hydro-electric industry, Juscelino practically created an economy without state-owned companies. He also had a very progressive agenda on the Education front, however that was never carried out.
Kubitschek also cared a lot for the construction of the great transregional roads. He was criticized for focusing only in road construction and putting aside the rail transportation. Today, this decision is still controversial. Still, the construction of the roads helped the integration of the Amazonic region, together with the construction of Brasilia.
The economy boomed, but some critics blamed him later for the inflation and debt. In fact, the development shown under his leadership suffered a lot in the '70s and '80s exactly because of the industrialization boom. With a stronger industry and thus more dependent on energy resources, Brazil has been one of the countries that most suffered from the oil crisis of '73 and '79. Having to import over 80% of its consumption, the quadrupling of oil prices greatly contributed to Brazil's debt, inflation and competitiveness.
By the end of his term, the foreign debt had grown from 87 million dollars to 297 million dollars. The inflation and wealth inequality had grown larger, with the occurrence of rural-zone strikes that expanded to the urban areas.
However, the minimum wage from that time is still considered the highest in any moment of the Brazilian history.
Kubitschek ended his time in office with a growth of 80% in industrial production but with an inflation rate of 43%.
The construction of Brasília

Saturday, July 26, 2014

DIA DOS AVÓS

A todos os avós, parabéns pelo dia de hoje, dia doa avós, meu abraço.

Wednesday, July 23, 2014

Sunday, July 13, 2014

* PARABÉNS ALEMANHA *

Parabéns Alemanha!
Pela merecida vitória!
País Campeão da Copa do Mundo, Brasil, 2014.
By Arte É Vida - Sandra Waihrich Tatit
www.sandrawaihrichtatit.blogspot.com.br
Porto Alegre, Rio Grande do Sul.


Monday, July 07, 2014

* RESILIÊNCIA *

RESILIÊNCIA __ Psicologia Sandra Waihrich Tatit A resiliência é um conceito psicológico emprestado da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - sem entrar em surto psicológico. No entanto, Job (2003), que estudou a resiliência em organizações, argumenta que a resiliência se trata de uma tomada de decisão quando alguém depara com um contexto entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer. Essas decisões propiciam forças na pessoa para enfrentar a adversidade. Assim entendido, em 2006 Barbosa propôs que se pode considerar a resiliência como uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades. Administração de emoções Refere-se à habilidade de se manter sereno diante de uma situação de estresse. Ressalta que pessoas resilientes quanto a esse fator são capazes de utilizar as pistas que leem nas outras pessoas para reorientar o comportamento, promovendo a autorregulação. Segundo esse autor, quando essa habilidade é rudimentar, as pessoas encontram dificuldades em cultivar vínculos e com frequência desgastam, no âmbito emocional, aqueles com quem convivem em família ou no trabalho. Controle dos impulsos Um segundo fator é o controle de impulsos, tal qual é feito por Mahatma Gandhi, famoso líder indiano, que se refere à capacidade de regular a intensidade de seus impulsos no sistema neuromuscular (nervos e músculos). É a aprendizagem de não se levar impulsivamente pela experiência de uma emoção. O autor explicita que as pessoas podem exercer um controle frouxo ou rígido do seu sistema muscular, visto que esse sistema está vinculado à regulação da intensidade das emoções. Dessa forma, a pessoa poderá viver uma emoção de forma exacerbada ou inibida. O controle de impulso garante a autorregulação dessas emoções ou a possibilidade de dar a devida força à vivência de emoções, tornando o grau de compreensão do autor mais sensível e apurado mediante a situação . Otimismo Um terceiro fator é otimismo. Nesse fator, ocorre na resiliência a crença de que as coisas podem mudar para melhor. Há um investimento contínuo de esperança e, por isso mesmo, a convicção da capacidade de controlar o destino da vida, mesmo quando o poder de decisão esteja fora das mãos. Análise do ambiente O quarto fator é a análise do ambiente. Trata-se da capacidade de identificar precisamente as causas dos problemas e das adversidades presentes no ambiente. Essa possibilidade habilita a pessoa a se colocar em um lugar mais seguro ao invés de se posicionar em situação de risco. Empatia A empatia é o quinto fator que constitui a resiliência, significando a capacidade que o ser humano tem de compreender os estados psicológicos dos outros (emoções e sentimentos)(colocar-se no lugar do outro). Autoeficácia Autoeficácia é o sexto fator, que se refere à convicção de ser eficaz nas ações propostas. ex: Um homem alcoólatra propõe a si mesmo colocar em prática um destino longe desta doença pela seguinte ação convicta: não dar o primeiro gole. Alcance de pessoas O sétimo e último fator constituinte da resiliência é alcançar pessoas. É a capacidade que a pessoa tem de se vincular a outras pessoas para viabilizar soluções para intempéries da vida, sem receios e medo do fracasso. By Arte É Vida - Sandra Waihrich Tatit www.sandrawaihrichtatit.blogspot.com.br Fonte de Pesquisa: Internet Sandra Waihrich Tatit's photo. Sandra Waihrich Tatit's photo. Sandra Waihrich Tatit's photo. UnlikeUnlike · · Promote · Share

* RESILIÊNCIA __RESILIÊNCIA __ Psicologia Sandra Waihrich Tatit A resiliência é um conceito psicológico emprestado da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - sem entrar em surto psicológico. No entanto, Job (2003), que estudou a resiliência em organizações, argumenta que a resiliência se trata de uma tomada de decisão quando alguém depara com um contexto entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer. Essas decisões propiciam forças na pessoa para enfrentar a adversidade. Assim entendido, em 2006 Barbosa propôs que se pode considerar a resiliência como uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades. Administração de emoções Refere-se à habilidade de se manter sereno diante de uma situação de estresse. Ressalta que pessoas resilientes quanto a esse fator são capazes de utilizar as pistas que leem nas outras pessoas para reorientar o comportamento, promovendo a autorregulação. Segundo esse autor, quando essa habilidade é rudimentar, as pessoas encontram dificuldades em cultivar vínculos e com frequência desgastam, no âmbito emocional, aqueles com quem convivem em família ou no trabalho. Controle dos impulsos Um segundo fator é o controle de impulsos, tal qual é feito por Mahatma Gandhi, famoso líder indiano, que se refere à capacidade de regular a intensidade de seus impulsos no sistema neuromuscular (nervos e músculos). É a aprendizagem de não se levar impulsivamente pela experiência de uma emoção. O autor explicita que as pessoas podem exercer um controle frouxo ou rígido do seu sistema muscular, visto que esse sistema está vinculado à regulação da intensidade das emoções. Dessa forma, a pessoa poderá viver uma emoção de forma exacerbada ou inibida. O controle de impulso garante a autorregulação dessas emoções ou a possibilidade de dar a devida força à vivência de emoções, tornando o grau de compreensão do autor mais sensível e apurado mediante a situação . Otimismo Um terceiro fator é otimismo. Nesse fator, ocorre na resiliência a crença de que as coisas podem mudar para melhor. Há um investimento contínuo de esperança e, por isso mesmo, a convicção da capacidade de controlar o destino da vida, mesmo quando o poder de decisão esteja fora das mãos. Análise do ambiente O quarto fator é a análise do ambiente. Trata-se da capacidade de identificar precisamente as causas dos problemas e das adversidades presentes no ambiente. Essa possibilidade habilita a pessoa a se colocar em um lugar mais seguro ao invés de se posicionar em situação de risco. Empatia A empatia é o quinto fator que constitui a resiliência, significando a capacidade que o ser humano tem de compreender os estados psicológicos dos outros (emoções e sentimentos)(colocar-se no lugar do outro). Autoeficácia Autoeficácia é o sexto fator, que se refere à convicção de ser eficaz nas ações propostas. ex: Um homem alcoólatra propõe a si mesmo colocar em prática um destino longe desta doença pela seguinte ação convicta: não dar o primeiro gole. Alcance de pessoas O sétimo e último fator constituinte da resiliência é alcançar pessoas. É a capacidade que a pessoa tem de se vincular a outras pessoas para viabilizar soluções para intempéries da vida, sem receios e medo do fracasso. By Arte É Vida - Sandra Waihrich Tatit www.sandrawaihrichtatit.blogspot.com.br Fonte de Pesquisa: Internet Sandra Waihrich Tatit's photo. Sandra Waihrich Tatit's photo. Sandra Waihrich Tatit's photo. UnlikeUnlike · · Promote · Share

RESILIÊNCIA __ Psicologia Sandra Waihrich Tatit A resiliência é um conceito psicológico emprestado da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - sem entrar em surto psicológico. No entanto, Job (2003), que estudou a resiliência em organizações, argumenta que a resiliência se trata de uma tomada de decisão quando alguém depara com um contexto entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer. Essas decisões propiciam forças na pessoa para enfrentar a adversidade. Assim entendido, em 2006 Barbosa propôs que se pode considerar a resiliência como uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades. Administração de emoções Refere-se à habilidade de se manter sereno diante de uma situação de estresse. Ressalta que pessoas resilientes quanto a esse fator são capazes de utilizar as pistas que leem nas outras pessoas para reorientar o comportamento, promovendo a autorregulação. Segundo esse autor, quando essa habilidade é rudimentar, as pessoas encontram dificuldades em cultivar vínculos e com frequência desgastam, no âmbito emocional, aqueles com quem convivem em família ou no trabalho. Controle dos impulsos Um segundo fator é o controle de impulsos, tal qual é feito por Mahatma Gandhi, famoso líder indiano, que se refere à capacidade de regular a intensidade de seus impulsos no sistema neuromuscular (nervos e músculos). É a aprendizagem de não se levar impulsivamente pela experiência de uma emoção. O autor explicita que as pessoas podem exercer um controle frouxo ou rígido do seu sistema muscular, visto que esse sistema está vinculado à regulação da intensidade das emoções. Dessa forma, a pessoa poderá viver uma emoção de forma exacerbada ou inibida. O controle de impulso garante a autorregulação dessas emoções ou a possibilidade de dar a devida força à vivência de emoções, tornando o grau de compreensão do autor mais sensível e apurado mediante a situação . Otimismo Um terceiro fator é otimismo. Nesse fator, ocorre na resiliência a crença de que as coisas podem mudar para melhor. Há um investimento contínuo de esperança e, por isso mesmo, a convicção da capacidade de controlar o destino da vida, mesmo quando o poder de decisão esteja fora das mãos. Análise do ambiente O quarto fator é a análise do ambiente. Trata-se da capacidade de identificar precisamente as causas dos problemas e das adversidades presentes no ambiente. Essa possibilidade habilita a pessoa a se colocar em um lugar mais seguro ao invés de se posicionar em situação de risco. Empatia A empatia é o quinto fator que constitui a resiliência, significando a capacidade que o ser humano tem de compreender os estados psicológicos dos outros (emoções e sentimentos)(colocar-se no lugar do outro). Autoeficácia Autoeficácia é o sexto fator, que se refere à convicção de ser eficaz nas ações propostas. ex: Um homem alcoólatra propõe a si mesmo colocar em prática um destino longe desta doença pela seguinte ação convicta: não dar o primeiro gole. Alcance de pessoas O sétimo e último fator constituinte da resiliência é alcançar pessoas. É a capacidade que a pessoa tem de se vincular a outras pessoas para viabilizar soluções para intempéries da vida, sem receios e medo do fracasso. By Arte É Vida - Sandra Waihrich Tatit www.sandrawaihrichtatit.blogspot.com.br Fonte de Pesquisa: Internet Sandra Waihrich Tatit's photo. Sandra Waihrich Tatit's photo. Sandra Waihrich Tatit's photo. UnlikeUnlike · · Promote · Share://www.facebook.com/photo.php?fbid=766276216729203&set=pcb.766277116729113&type=1

Saturday, June 14, 2014

HOJE, É O LANÇAMENTO OFICIAL DO GOVERNADOR "AÉCIO NEVES" PARA A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL. * VAMOS CELEBRAR * UMA CANDIDATURA QUE MERECE DESTAQUE! *

HOJE, É O LANÇAMENTO OFICIAL DO GOVERNADOR "AÉCIO NEVES" PARA A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL. * VAMOS CELEBRAR * UMA CANDIDATURA QUE MERECE DESTAQUE! *
Arte É Vida - Sandra Waihrich Tatit
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Vocês já conhecem o portal Mineiro Brasileiro Aécio?
Acessem aqui: www.mineirobrasileiroaecio.com.br

Sunday, June 08, 2014


***** FLAGS OF THE WORLD *****

***** FLAGS OF THE WORLD *****
By Arte É Vida - Sandra Waihrich Tatit
www.sandrawaihrichtatit.blogspot.com.br
 — at Porto Alegre, RS.

Saturday, May 03, 2014

Saturday, March 22, 2014


* BOA NOITE A TODOS! *

Thursday, February 20, 2014

*QUERIA SER UMA ESTRELA* By Sandra Waihrich Tatit Queria ser uma estrela, no firmamento de um sonho de contentamento fugaz, sentir em minhas entranhas o sabor dos espaços, dos planetas girando em eterna busca, ainda que tão livres sejam e desconheçam esta liberdade plena, planetas de minha imaginação, transbordantes de liberdade, enquanto temos a nossa tão limitada, pelas leis mal feitas e mal aplicadas, pela dor dos sofredores, pelas opressões e pelos opressores, pelos dissabores de assistirmos o grito silencioso dos oprimidos, diante do cruel silêncio dos opressores. Gira mundo, gira e vai em busca na paz, a paz de Deus, a paz do homem, a paz escondida e reprimida, nas feridas mal curadas, em cada mão que nega o carinho, a solidariedade e o amor, queria eu ser uma estrela e iluminar o mundo, ser o divino alento de esperança, esta, que dá ao homem a capacidade de superar e suportar o sofrimento, seguindo sempre além. Queria eu, ainda que por um momento apenas, ser a dor e o prazer, cuidado prazer, cautela, não vá a dor acordar! queria eu ser uma estrela e vir silenciosamente a terra iluminar. Sandra Waihrich Tatit Me Poemas de Improviso Copyright Protected

Tuesday, January 28, 2014